“É algo inédito tenho certeza que vamos conseguir aprimorar o sistema brasileiro. Acredito que a sociedade será beneficiada, durante décadas estamos acostumados com presídios ruins, estamos longe de padrões internacionais bons, mas melhorou bastante. Isso vai aprimorar bastante para o preso que poderá se preparar para sair novamente para a sociedade”, disse Anastasia.
Mais quatro unidades, no mesmo local, devem ser finalizadas até o fim do ano. As obras custaram cerca de R$ 280 milhões para a empresa GPA, que venceu a licitação e em troca vai administrar o presídio pelos próximos 27 anos. Cada presidiário vai custar para Minas Gerais cerca de R$ 2 mil por mês.
(hoje a média mensal por preso é de R$ 2.800). E há ainda muitas inovações surpreendentes para o nosso país que tem uma população carcerária de 550 mil, dos quais quase dois terços esperam decisão judicial, o que sobrecarrega as penitenciárias e celas de delegacias. O custo médio de um preso no Brasil é de R$ 1.800,00 (em presídios estaduais) e de R$ 3.312,00 (em presídios federais onde estão os detentos mais perigosos).
É louvável a iniciativa do empresariado e do governo de Minas Gerais, porque não tem sido fácil para a população de Belém, do Pará e do Brasil conviver com tanta violência. Toda e qualquer iniciativa que vise à diminuição dessa violência bárbara, vil e fria tem que ser comemorada. Os presídios brasileiros são teatros de horrores. São escolas da estupidez humana. Eu compartilho a ideia de que um presídio deve ser um hospital social e não um local de pós-graduação de bandidagem.





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